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segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Por que eu creio na Bíblia?

Eu creio na Bíblia porque ela é totalmente fiel e confiável quanto à sua origem, conteúdo e propósito. Ela vem de Deus, revela Deus e chama o homem de volta para Deus. O homem não é o centro da Bíblia; Deus é. A Bíblia é o livro dos livros. Concebida no céu, nascida na terra; inspirada pelo Espírito de Deus, escrita por homens santos de Deus; proclamada pela igreja, crida pelos eleitos e perseguida pelo mundo. A Bíblia é o livro mais lido no mundo, mais amado no mundo e o mais perseguido no mundo. Destaco três verdades axiais sobre a Bíblia:

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Narratividade e Narrativa – notinhas semióticas


Após o pontapé inicial do Leonel, me intrometo no percurso da bola, domino-a e passo adiante, apresentando um dos olhares que molda nosso blog.

O livro de Rute é normalmente classificado entre os livros narrativos da Torá. No meio bíblico, é costumeiro nomear como narrativa os textos que contam alguma estória ou história, têm enredo, personagens, temporalidade e espacialidade explícitas, etc. É uma classificação tradicional também em estudos literários e em lingüística, e não há nada a questionar nesse aspecto. Discussões mais interessantes têm a ver com o gênero textual (expressão melhor do que a famosa “forma literária”, já tradicional na exegese bíblica) e as abordagens possíveis a um texto narrativo.

Em Semiótica greimasiana, porém, a palavra “narrativa” é usada em dois sentidos distintos. Um deles é esse sentido tradicional mencionado acima (daí, nada a acrescentar). O outro sentido, típico da semiótica é mais interessante do ponto de vista metodológico, independentemente de aceitarmos as teses da teoria. Apresentarei, primeiramente, o conceito de narratividade (ou “Percurso narrativo”) em pequenas notas. A seguir, farei uma apropriação do conceito para a leitura de textos bíblicos:

(1) A narratividade é uma categoria da linguagem e da cultura, de modo que toda comunicação humana, todo texto, possui uma dimensão narrativa – independentemente do gênero textual ou gênero oral ou gênero discursivo de tal comunicação;
(2) “Parte-se de duas concepções complementares de narratividade: (a) narratividade como transformação de estados, de situações, operada pelo fazer transformador de um sujeito, que age no e sobre o mundo em busca de certos valores investidos nos objetos; (b) narratividade como sucessão de estabelecimentos e rupturas de contratos entre um destinador e um destinatário, de que decorrem a comunicação e os conflitos entre sujeitos e a circulação de objetos-valor. Em outros termos, as estruturas narrativas simulam a história da busca de valores, da procura de sentido.” (BARROS, Diana Luz P. Teoria do Discurso. Fundamentos Semióticos. São Paulo: Atual, 1988, p. 28);
(3) Nos anos 1990 em diante, a Semiótica acrescentou um terceiro elemento à sua compreensão de narratividade: ela é também o lugar da construção passional da identidade do sujeito da ação. Assim, além de simular a busca de valores e a procura de sentido, a narratividade semiótica simula a busca-de-si e a busca-do-outro;
(4) Enfim, a narratividade, como conceito, é um simulacro, uma simulação da vida em sociedade. Analisar a narratividade (a dimensão narrativa) oculta em um texto (narrativo, ou não), demanda reimaginar as lutas, os contratos, os acordos, as conflitividades sociais que o texto, por sua vez, também simula – a partir de uma visada (ponto-de-vista, posição ideológica, etc.)

Para citar a mim mesmo (e, subliminarmente, fazer propaganda do meu livro...):

Toda ação é concebida como um fazer-transformador de estados, e pode ser assim analisada. Por exemplo, na sentença “Jesus veio de Nazaré”, o agir de Jesus indicado pelo verbo veio produz uma transformação no sujeito Jesus: antes, ele não estava no rio Jordão; agora, ele está no rio Jordão. Para realizar uma ação, o sujeito necessita de intencionalidade e competência, que são características tanto pessoais quanto sociais. A intencionalidade engloba tanto a motivação para agir, quanto os objetivos da ação, pois quem age sempre o faz em busca de um objetivo, movido por um dever, ou por um querer. Entendendo a motivação como pessoal e social, a semiótica lhe dá o nome de manipulação. Se Jesus foi para o Jordão, é porque ele devia sair de Nazaré para realizar algum objetivo [...]

A intencionalidade, porém, não é suficiente para dar conta da ação. É necessário que o sujeito seja capaz de realizar a ação desejada, é necessário que o sujeito tenha competência para agir. Na linguagem semiótica, a competência se desdobra em saber-fazer e poder-fazer, que sintetizam todas as competências reais de pessoas no mundo. O alvo da ação é denominado de objeto-valor e aquilo que é necessário para alcançar o alvo é denominado de objeto-modal. Dever, querer, poder e saber simulam todas as motivações e competências que, no mundo real, mobilizamos para agir. A busca de objetos-valor representa, sêmio-discursivamente, as buscas pessoais e sociais por realização, os conflitos sócio-econômicos, políticos, etc.

A ação realizada é denominada de performance. A performance se desdobra em um fazer-ser (opera transformação no próprio sujeito da ação) e em um fazer-fazer (opera transformação na relação do sujeito com o objeto-valor). Uma vez realizada, a ação terá sido bem-sucedida ou não, o alvo terá sido alcançado ou não. Ou seja, a ação será avaliada, receberá (na linguagem semiótica) uma sanção, que pode ser positiva ou negativa. Estes quatro elementos compõem o que se chama, então, de percurso narrativo canônico – que é um simulacro (modelo) da ação humana em sociedade. A narratividade, portanto, é esse movimento, esse percurso que vai da intencionalidade (manipulação e objetivo) à sanção, passando pela competência e performance. (ZABATIERO, Júlio P. T. Manual de Exegese. São Paulo: Hagnos, 20092, p. 105s.)

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Porque acreditar na bíblia?

Texto: I Coríntios 1:18-31

I. Pode a bíblia ser um produto do homem?


A. Sabemos que a Bíblia foi escrita por cerca de 40 pessoas diferentes


1. Cada um com estilo de vida diferente, pastores, reis, sacerdotes, profetas, pescadores e etc.


2. Foi escrita ao longo de um período de 1.500 anos


B. Se os homens pudessem sentar-se para elaborar um livro, eles fariam a Bíblia?


C. Pense nos livros de história e diversos livros de texto que você leu.


1. Quantos fazem declarações semelhantes a Romanos 3:9-23?


2. É um livro que expõe as fraquezas dos homens, seus pensamentos e ações pecaminosas.


3. Mesmo daqueles envolvidos na escrita do livro!


a. Moisés escreveu os cinco primeiros livros


1) Mas ele incluiu a sua falta de eloquência – Êxodo 4:10-14


2) Ele escreveu sobre os seus pecados – Números 20:11-12


b. O pecado de Davi com Bate-Seba – II Samuel 11-12


1) Como os homens registram suas histórias?


2) Não seria omitindo seus próprios fracassos ou feitos para serem mostrados como homens de valor?


3) Quem iria querer a sua roupa suja pendurada para todos verem?


4. Porque é que cada autor e pessoa concordam que todos pecaram, mas todos concordam que Jesus não pecou?


5. I Coríntios 1:18-31

quinta-feira, 21 de junho de 2012

BIBLIOLOGIA: DOUTRINA DA BÍBLIA



        I. REVELAÇÃO: É a operação divina que comunica ao homem fatos que a razão  humana é insuficiente para conhecer. É portanto, a operação divina que comunica a verdade de Deus ao homem (ICo.2:10).

         A) Provas da Revelação: O diabo foi o primeiro ser a pôr em dúvida a existência da revelação: “É assim que Deus disse?” (Gn.3:1). Mas a Bíblia é a Palavra de Deus. Vejamos alguns argumentos:

         1) A Indestrutibilidade da Bíblia: Uma porcentagem muito pequena de livros sobrevive além de um quarto de século, e uma porcentagem ainda menor dura um século, e uma porção quase insignificante dura mil anos. A Bíblia, porém, tem sobrevivido em circunstâncias adversas. Em 303 A.D. o imperador Dioclécio decretou que todos os exemplares da Bíblia fossem queimados. A Bíblia é hoje encontrada em mais de mil línguas e ainda é o livro mais lido do mundo.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Semana da Bíblia encoraja crianças da Ásia Central

Duas semanas da Bíblia foram organizadas recentemente pela Portas Abertas Internacional na Ásia Central
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Os líderes da Primeira Semana da Bíblia treinaram outros cristãos, que organizaram uma semana da Bíblia, em outro local. Leia os depoimentos dos participantes do evento.

"Crianças vieram de diferentes partes do país. Desta vez, decidimos estudar o livro de Jonas. Cada dia estudávamos um capítulo e discutíamos sobre ele com as crianças. Nós aprendemos sobre a nossa teimosia, e o que fazer quando Deus nos chama para fazer algo.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Canonicidade Bíblica



Introdução
Praticamente não nos envolvemos em debates acerca da composição e extensão das Escrituras do Antigo e Novo Testamento. Isso porque já nascemos com uma Bíblia na mão, não importa a tradição. As Sociedades Bíblicas já nos entregam a “bíblia” pronta e não percebemos que a “Coleção de Escritos” ali contida tem um longo processo de formação e calorosas discussões. Premissas acerca da Autoridade da Igreja, Inspiração dos Textos Sagrados, de sua Preservação, da Revelação e outros assuntos são subjacentes à Canônica 1.

sábado, 14 de abril de 2012

Bíblia Sagrada já foi traduzida para 2.539 idiomas




O Relatório Mundial de Tradução de Escrituras revelou que até dezembro de 2011 a Bíblia foi traduzida para 2.539 línguas diferentes, podendo alcançar inúmeras pessoas com a Palavra de Deus.

Esse documento foi elaborado pelas Sociedades Bíblicas Unidas (SBU) a partir de informações dadas pelo Museu da Bíblia da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) e pelo setor de Bíblias das SBU na Biblioteca da Universidade de Cambridge, na Inglaterra.

Essas instituições trabalham para que a mensagem bíblica alcance o maior número de pessoas no mundo e por isso elas fazem parcerias com tradutores e instituições missionárias para expandir a mensagem de Cristo.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Leitura e interpretação bíblica

Escrito por Daniel Dantas

INTRODUÇÃO

A importância de adequar as noções exegéticas e hermenêuticas a melhores padrões e teorias deve ser encarada como necessidade premente por parte dos estudiosos do texto sagrado. Isso porque, acreditamos, o uso das melhores ferramentas contribuirá para a maior edificação dos cristãos e melhor desenvolvimento do ministério eclesiástico, objetivos que devem estar no fundo de qualquer estudo e leitura da Bíblia.

Em virtude disso, nossa proposta é contribuir para os estudos na área por meio deste texto ora apresentado. Assim, expomos aqui as perspectivas das mais contemporâneas teorias da leitura a fim de que sirvam ao propósito de ilustrar uma alternativa de ponto de partida para o trabalho exegético e hermenêutico da igreja cristã.

Desse modo, dialogando com os teóricos da área, procuraremos adequar essas perspectivas à proposta de uma leitura mais adequada e enriquecedora do texto bíblico.
1. TEORIAS E NÍVEIS DE LEITURA

domingo, 5 de fevereiro de 2012

A BÍBLIA

Origem da Bíblia


A Bíblia não é um livro qualquer. A origem dela está em Deus, que falou através de homens separados para registrar sua Palavra. Sabemos que a questão do caráter humano das Escrituras é algo acidental ou periférico: os homens escolhidos por Deus para registrar as Escrituras eram pessoas de carne e osso, que viveram em determinado período histórico enfrentando problemas específicos. Não há lugar para nenhum docetismo: os autores secundários tiveram um papel ativo e passivo. No entanto, devemos também acentuar, e este é o nosso ponto neste texto [1], que o Espírito chamou seus servos, revelou a si mesmo e sua mensagem, dirigiu, inspirou e preservou os registros feitos por esses homens. Como afirmou Gerard Van Groningen:

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

A Bíblia

1. A Bíblia

Índice

1.1 Origem da Bíblia
1.2 Entendendo a Palavra de Deus
1.3 A autoridade da Bíblia
1.4 A veracidade da Escritura
1.5 A clareza a necessidade e a suficiência da Bíblia
1.6 A inerrância da Escritura
1.7 A interpretação pessoal
1.8 A Centralidade de Palavra
1.9 Autoridade e Suficiência das Escrituras – Origem, Testemunho e nossa prática.
1.10. Paradoxo, Mistério e Contradição

Todos os estudos bíblicos podem ser baixados em PDF no anexo localizado no fim desta página.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Bibliologia -Rubem Menezes


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