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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Credo de Calcedônia

(451 a.d.)

Fiéis aos santos Pais, todos nós, perfeitamente unânimes, ensinamos que se deve confessar um só e mesmo Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, perfeito quanto à divindade, e perfeito quanto à humanidade; verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem, constando de alma racional e de corpo, consubstancial com o Pai, segundo a divindade, e consubstancial a nós, segundo a humanidade; em tudo semelhante a nós, excetuando o pecado; gerado segundo a divindade pelo Pai antes de todos os séculos, e nestes últimos dias, segundo a humanidade, por nós e para nossa salvação, nascido da Virgem Maria, mãe de Deus; um e só mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigênito, que se deve confessar, em duas naturezas, inconfundíveis, imutáveis, indivisíveis, inseparáveis; a distinção de naturezas de modo algum é anulada pela união, antes é preservada a propriedade de cada natureza, concorrendo para formar uma só pessoa e em uma subsistência; não separado nem dividido em duas pessoas, mas um só e o mesmo Filho, o Unigênito, Verbo de Deus, o Senhor Jesus Cristo, conforme os profetas desde o princípio acerca dele testemunharam, e o mesmo Senhor Jesus nos ensinou, e o Credo dos santos Pais nos transmitiu.


Fonte:http://www.teuministerio.com.br/BRSPORNDESAGSA

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Confissão de Fé Valdense

(1120 d.C.)

01. Cremos e mantemos firmemente tudo o que está contido nos doze artigos do símbolo comumente chamado de Credo Apostólico, e consideramos herética qualquer inconsistência com eles.

02. Cremos que há um só Deus – o Pai, Filho e Espírito Santo.

03. Reconhecemos como Escrituras Sagradas e canônicas os livros da Bíblia Sagrada.

04. Os livros acima mencionados nos ensinam: que há um DEUS, todo-poderoso, ilimitado em sabedoria, infinito em bondade, e que, em Sua bondade, fez todas as coisas. Porque Ele criou Adão à Sua própria imagem e semelhança. No entanto, por causa da inimizade do diabo e sua própria desobediência, Adão caiu, o pecado entrou no mundo, e nos tornamos transgressores em e por Adão.

Confissão de Fé de Westminster

CAPÍTULO I
DA ESCRITURA SAGRADA

I. Ainda que a luz da natureza e as obras da criação e da providência de tal modo manifestem a bondade, a sabedoria e o poder de Deus, que os homens ficam inescusáveis, contudo não são suficientes para dar aquele conhecimento de Deus e da sua vontade necessário para a salvação; por isso foi o Senhor servido, em diversos tempos e diferentes modos, revelar-se e declarar à sua Igreja aquela sua vontade; e depois, para melhor preservação e propagação da verdade, para o mais seguro estabelecimento e conforto da Igreja contra a corrupção da carne e malícia de Satanás e do mundo, foi igualmente servido fazê-la escrever toda. Isto torna indispensável a Escritura Sagrada, tendo cessado aqueles antigos modos de revelar Deus a sua vontade ao seu povo.


Confissão de Fé Batista de Londres


(1689)

Capítulo 01 - As Escrituras Sagradas

Capítulo 02 - Deus e a Santíssima Trindade

Capítulo 03 - O Decreto de Deus

Capítulo 04 - A Criação

Capítulo 05 - A Providência

Capítulo 06 - A Queda do Homem; o Pecado e Sua Punição

Capítulo 07 - O Pacto de Deus

Capítulo 08 - Cristo, o Mediador

Capítulo 09 - Livre-Arbítrio

Capítulo 10 - A Chamada Eficaz

Capítulo 11 - A Justificação

Capítulo 12 - A Adoção

Capítulo 13 - A Santificação

Capítulo 14 - A Fé Salvadora

Capítulo 15 - Arrependimento para a Vida e Salvação

Capítulo 16 - Boas Obras

Capítulo 17 - A Perseverança dos Santos

Capítulo 18 - A Certeza da Graça e da Salvação

Capítulo 19 - A Lei de Deus

Capítulo 20 - O Evangelho e a Extensão de Sua Graça

Capítulo 21 - Liberdade Cristã e Liberdade de Consciência

Capítulo 22 - Adoração Religiosa e o Dia do Senhor

Capítulo 23 - Juramentos Legítimos e Votos

Capítulo 24 - Magistrado Civil

Capítulo 25 - Matrimônio

Capítulo 26 - A Igreja

Capítulo 27 - A Comunhão dos Santos

Capítulo 28 - Batismo e Ceia do Senhor

Capítulo 29 - Batismo

Capítulo 30 - A Ceia do Senhor

Capítulo 31 - O Estado do Homem Após a Morte; A Ressurreição dos Mortos

Capítulo 32 - O Juízo Final

Pacto de Lausanne

SUMÁRIO

Introdução

1. O Propósito de Deus

2. A Autoridade e o Poder da Bíblia

3. A Unicidade e a Universalidade de Cristo

4. A Natureza da Evangelização

5. A Responsabilidade Social Cristã

6. A Igreja e a Evangelização

7. Cooperação na Evangelização

8. Esforço Conjugado de Igrejas na Evangelização

9. Urgência da Tarefa Evangelística

10. Evangelização e Cultura

11. Educação e Liderança

12. Conflito Espiritual

13. Liberdade e Perseguição

14. O Poder do Espírito Santo

15. O Retorno de Cristo

Conclusão

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A Declaração de Cambridge

As igrejas evangélicas de hoje estão cada vez mais dominadas pelo espírito deste século em vez de pelo Espírito de Cristo. Como evangélicos, nós nos convocamos a nos arrepender desse pecado e a recuperar a fé cristã histórica.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Credo Atanásio

ORIGEM

O Credo de Atanásio, subscrito pelos três principais ramos da Igreja Cristã, é geralmente atribuído a Atanásio, Bispo de Alexandria (século IV), mas estudiosos do assunto conferem a ele data posterior (século V). Sua forma final teria sido alcançada apenas no século VIII. O texto grego mais antigo deste credo provém de um sermão de Cesário, no início do século VI.

O credo de Atanasio, com quarenta artigos, é um tanto longo para um credo, mas é considerado “um majestoso e único monumento da fé imutável de toda a igreja quanto aos grandes mistérios da divindade, da Trindade de pessoas em um só Deus e da dualidade de naturezas de um único Cristo.”

Credo Niceno

ORIGEM
O Credo Niceno deriva-se do credo de Nicéia (composto pelo Concílio de Nicéia (325 AD), com pequenas modificações efetuadas pelo Concílio de Calcedônia (451 AD) e pelo Concílio de Toledo (Espanha, 589 AD). Este credo expressa mais precisamente a doutrina da Trindade, contra o arianismo.[1] Eis o texto do Credo de Nicéia, conforme aceito por católicos e protestantes:

TEXTO

CREDO APOSTÓLICO

Creio em Deus Pais, Todo-Poderoso, Criador do Céu e da Terra. Creio em Jesus Cristo, Seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da Virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; desceu ao Hades; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado a mão direita de Deus Pai Todo-Poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Universal; na Comunhão dos Santos; na Remissão dos Pecados; na Ressurreição do Corpo; na Vida Eterna. Amém!