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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

A VIDA DE JESUS CRISTO


 




O Novo Testamento conduz-nos ao clímax da oba redentora de Deus, porque nos apresenta o Messias, Jesus Cristo, e nos fala  do começo da sua igreja. Os escritos de Mateus, Marcos, Lucas e João falam-nos do ministério de Jesus. Esses escritores foram testemunhas oculares da vida do Mestre, ou registraram o que testemunhas oculares lhes contaram, todavia não escreveram dele uma biografia completa. Tudo quanto registraram, realmente aconteceu, porém concentraram-se no ministério de Jesus, e deixaram aqui e acolá algumas lacunas na história da vida do Divino Mestre. Os homens que escreveram os evangelhos tinham em mira explicar a pessoa e a obra  de Jesus, registrando o  que ele fez e disse. E cada autor apresenta uma perspectiva ligeiramente diferente acerca de Jesus e de suas obras. Os autores dos Evangelhos não tentaram relatar todos os eventos da meninice de Jesus, porque não era esse o motivo de escreverem. Não procuraram dar-nos, tampouco, registro da vida cotidiana. Eles se ativeram ao que é pertinente à salvação e ao discipulado.

domingo, 9 de dezembro de 2012

A divindade e humildade de Cristo em Filipenses 2


Por volta do ano de 62, em uma prisão na cidade de Roma, Paulo escreveu uma epístola à igreja da cidade de Filipos. A igreja tinha demonstrado grande cuidado para com ele, além das várias ofertas generosas que fizeram (Fp 4:10-20). Talvez por isto a epístola tenha um tom tão alegre, caracterizado principalmente pela frase “Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai- vos” (Fp 4:4). Não poderia deixar de faltar também as várias exortações e conselhos dados pelo apóstolo aos cristãos de Filipos.
É em uma destas exortações que se encontra uma das declarações cristológicas mais importantes das Escrituras. Em algumas versões do texto, temos:

Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois ele, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus; antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz. - Filipenses 2:5-8

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

A VIDA DE JESUS CRISTO

O Novo Testamento conduz-nos ao clímax da oba redentora de Deus, porque nos apresenta o Messias, Jesus Cristo, e nos fala do começo da sua igreja. Os escritos de Mateus, Marcos, Lucas e João falam-nos do ministério de Jesus. Esses escritores foram testemunhas oculares da vida do Mestre, ou registraram o que testemunhas oculares lhes contaram, todavia não escreveram dele uma biografia completa. Tudo quanto registraram, realmente aconteceu, porém concentraram-se no ministério de Jesus, e deixaram aqui e acolá algumas lacunas na história da vida do Divino Mestre. Os homens que escreveram os evangelhos tinham em mira explicar a pessoa e a obra de Jesus, registrando o que ele fez e disse. E cada autor apresenta uma perspectiva ligeiramente diferente acerca de Jesus e de suas obras. Os autores dos Evangelhos não tentaram relatar todos os eventos da meninice de Jesus, porque não era esse o motivo de escreverem. Não procuraram dar-nos, tampouco, registro da vida cotidiana. Eles se ativeram ao que é pertinente à salvação e ao discipulado.
O NT é a única fonte de informação substancial do primeiro século que temos a respeito da vida de Jesus. A literatura judaica ou romana daquele tempo quase não o menciona. Flávio Josefo, historiador judeu do primeiro século, escreveu um livro sobre a história do judaísmo, procurando mostrar aos romanos e gregos que essa religião não não se distanciava muito do estilo de vida deles. Disse ele: "Ora, havia por esse tempo Jesus, um homem sábio, se for legítimo chamá-lo de homem, pois ele era um operador de obras maravilhosas, um mestre de quem os homens recebem a verdade com prazer. Atraiu para si muitos dos judeus e muitos dos gentios, ele era [o] Cristo. E quando Pilatos, por sugestão dos principais homens entre nós, condenou-o à cruz, os que o amavam a princípio não o abandonaram; pois ele apareceu-lhes vivo de novo no terceiro dia; conforme haviam predito os profetas divinos essas e dez mil outras coisas maravilhosas concernentes a ele. E o grupo de cristão assim chamado em virtude de seu nome, não se extinguiu até hoje." ( Flavius Josephus, Antiquities of the Jews, Livro XVIII, cap. iii, Sec 3.)

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Três Razõs pelas quais Cristo Sofreu e Morreu

Três Razões pelas quais Cristo Sofreu e Morreu [1]
Romanos 6.1-14

Introdução

Encerrando este trimestre que trata de temas da atualidade, após ter abordado questões de nosso cotidiano que nos afligem e aprender como lidar com elas estudando a Palavra de Deus, é importante que tenhamos em mente a "velha história". A história que parecemos saber de cor, mas de que nos esquecemos com freqüência. A história de Jesus morto na cruz em nosso lugar.

Afinal, por que Jesus sofreu e morreu e que relevância tem isso para mim hoje? Fazer essa conexão é fundamental. John Piper escreveu um livro chamado A paixão de Cristo em que ele enumera 50 razões, ou propósitos, pelas quais Cristo sofreu e morreu. Veremos três delas nesta lição. Jesus sofreu e morreu...

Sacrifício

Jesus Cristo fez-se Expiação por nosso pecado

"A quem (Jesus Cristo) Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé... " Rm 3.25

Expiação significa consertar, apagar a ofensa e dar satisfação por erros cometidos, reconciliando assim as pessoas separadas e restaurando entre elas a relação rompida.

Jesus Como Mediador

Rm 8.33,34; 1 Tm 2.5; Hb 7.20-25; 9.11,12

"Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem." 1 Tm 2.5


Um mediador é um intermediário. É aquele que fica entre duas ou mais pessoas ou grupos e disputa e tenta promover sua reconciliação. Em termos bíblicos, os seres humanos são descritos como vivendo em inimizade contra Deus. Nós nos rebelamos, no revoltamos e nos recusamos obedecer à Lei de Deus. Como resultados, a ira de Deus permanece sobre nós. Para que esta situação catastrófica seja mudada ou remediada, é necessário no reconciliarmos com Deus.

A Impecabilidade de Jesus Cristo

Jesus Cristo era totalmente isento de pecado

"[Cristo] ... não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano." 1 Pe 2.22

O Novo Testamento insiste que Jesus era totalmente isento de pecado ( Jo 8.46; 2 Co 5.21; Hb 4.15; 7.26; 1 Pe 2.22; 1 Jo 3.5). Isto quer dizer que não somente Ele nunca desobedeceu a seu Pai, mas que amava a lei de Deus e sentia sincero prazer em cumpri-la. Nos seres humanos degradados há sempre alguma relutância em obedecer a Deus, e algumas vezes ressentimento que se transforma em ódio diante das alagações que Ele faz sobre nós (Rm 8.7). Mas a natureza moral de Jesus era inocente, com foi a de Adão antes de seu pecado, e em Jesus não havia nenhuma inclinação de afastar-se de Deus que permitisse a Satanás tirar proveito de todo seu coração, mente, alma e força.

Jesus Cristo O Unigênito


Jo 1.1-18; Cl 1.15-19; Hb 1.1-14

"Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou." Jo 1.18

A referência bíblia a Jesus “o unigênito do Pai" (Jo 1.14) têm provocado grandes controvérsias na história da Igreja. Devido ao fato de Jesus ser chamado também de "o primogênito de toda a criação" (Cl 1.15), tem-se argumentado que a Bíblia ensina que ele não é divino, e, sim, uma criatura exaltada.

O Nascimento Virginal de Cristo

Is 7.10-16; Lc 1.26-38; Mt 1.18-25; Rm 1.3,4; 1 Co 15.45-49; Gl 4.4

"E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.," (Lc 1.35)

A doutrina do nascimento virginal de Cristo sustenta que seu nascimento foi resultado de uma concepção miraculosa, por meio da qual a Virgem Maria concebeu um bebê em seu útero pelo poder do Espírito Santo, sem um pai humano. O nascimento miraculoso de Cristo nos diz muito sobre sua natureza. O fato de ter nascido de uma mulher demonstra que ele era realmente humano e que se tornou um de nós. A humanidade de Cristo, contudo, não era precisamente como a nossa. Nós nascemos com o pecado original - Cristo, não.

A Subordinação de Cristo

Jo 4.34; Jo 5.30; Fp 2.5-8; Hb 5.8-10; Hb 10.5-10

O que é um subordinado? Em nosso idioma, é claro que ser subordinado a alguém é estar "debaixo" de sua autoridade. Um subordinado não está no mesmo escalão; não está no mesmo nível de autoridade que seu superior. O prefixo sub significa "sob", e super significa "sobre" ou "acima".

Quando falamos da subordinação de Cristo, temos de fazê-lo com grande cuidado. Nossa cultura relaciona subordinação com interiorização. Na Trindade, porém, todos os membros são iguais em natureza, em honra e em glória. Todos os três membros são eternos e auto-existentes; todos compartilham todos os aspectos e atributos da deidade.

A Obediência de Cristo

Jesus Cristo cumpriu a vontade redentora de seu Pai

"Mas Jesus respondeu, e disse-lhes: Na verdade, na verdade vos digo que o Filho por si mesmo não pode fazer coisa alguma, se o não vir fazer o Pai; porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente."Jo 5.19

A humildade na Escrituras não significa fingir não ter valor e recusar posição de responsabilidade, mas conhecer e manter o lugar que Deus designou a cada um. Ser humildade é uma elevada questão de adaptar-se ao plano de Deus, quer seja uma elevada posição de liderança (Moisés era humildade como líder, Nm 12.3) ou a obscuridade da subserviência.

A pessoa de Cristo


• Como Jesus pode ser plenamente Deus e plenamente homem, sendo, todavia, uma só pessoa?

NOTA: AT=Antigo Testamento; NT=Novo Testamento

1. EXPLICAÇÃO E BASE BÍBLICA

Podemos resumir o ensino bíblico a respeito da pessoa de Cristo da seguinte maneira: Jesus Cristo era plenamente Deus e plenamente homem em uma só pessoa, e assim será para sempre.
O material escriturístico que dá suporte a essa definição é muito extenso. Discutiremos primeiro a humanidade de Cristo e depois sua divindade, e então tentaremos mostrar como a divindade e a humanidade de Jesus estão unidas em uma só pessoa.

A. A humanidade de Cristo