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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Esclareça sua fé apontando para Cristo



O alvo da apologética(defesa, esclarecimento da fé) deve ser evangelístico e, assim sendo, sua mensagem deve estar centrada na pessoa e obra de Jesus Cristo. Ele é a resposta a todos os males sociais e a cada coração que o busca.

“Mas nós pregamos a Cristo crucificado”, Paulo explicou aos coríntios, “escândalo para os judeus, loucura para os gentios” (1 Co 1.23).

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Os Inimigos da Fé Cristã Hoje

A história da igreja nos mostra que os cristãos vivenciaram a sua fé diante de diversos inimigos no decorrer dos tempos. Estes inimigos forâneos usavam todo o poder que tinham para subverter a fé cristã tentando diminuir o seu alcance e a força da sua atração com ataques em forma de perseguições em todos os níveis. A história da igreja tem 21 séculos de lutas, muitas delas marcadas com a semente dos mártires – o sangue.
Como nos séculos anteriores no século XXI as perseguições não diminuíram ao ponto que temos notícias de diversas perseguições em determinadas partes do mundo. No entanto, também podemos identificar outros inimigos contemporâneos da fé cristã que têm invadido a igreja diluindo seu pensamento e prática cristã. As palavras de advertência do apóstolo Paulo se tornam atuais: “E que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si” Atos:20:30.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Fingindo loucamente


Olavo de Carvalho
       Mesmo sem contar os eventos paralelos que a acompanharam em dezenas ou centenas de cidades menores, a Marcha para Jesus 2011, em São Paulo, foi de longe a maior manifestação de massas já registrada ao longo de toda a História nacional, pondo no chinelo a “Diretas Já”, os protestos estudantis do tempo da ditadura e tudo o mais que a mídia chique enaltece e badala como expressão histórica e paradigmática da vontade popular. Com a diferença adicional de que foi preparada sem nenhuma ajuda de jornais, canais de TV, partidos políticos, fundações bilionárias e outras entidades que injetaram toneladas de hormônio publicitário naquelas efusões de esquerdismo cívico.
        Com toda a evidência, a elite opinante tem seu próprio “povo brasileiro”, moldado à sua imagem e conveniência, que não coincide em nada com aquele que vemos nas ruas, nas praças, nas igrejas e nas casas.
        Se fosse preciso mais uma prova do abismo que separa o Brasil real do Brasil politicamente correto dos bem-pensantes, a Marcha demonstrou que esse abismo não foi cavado só pela ignorância e incompetência dos chamados “formadores de opinião”, mas pelo ódio mortal e intolerante que votam a tudo quanto o povo ama, respeita e venera.
        O Brasil oficial de hoje é, de alto a baixo, criação de um grupo de professores ativistas uspianos, semicultos e presunçosos, que se acreditavam o cume da inteligência humana e o tribunal de última instância para o julgamento de tudo. Num horizonte mental circunscrito pelas “ciências sociais” com viés entre marxista e positivista, não se ouvia nesse tribunal nem a voz dos clássicos da religião e da espiritualidade, nem a da alma popular brasileira, ali substituída pelo estereótipo prêt-à-porter da militância sindical.
        Os profissionais que hoje dominam as redações tiveram sua mentalidade formada por essa gente, não sendo de espantar que ainda tomem os mitos esquerdistas dos anos 60-70 como medida máxima de aferição da realidade, nem que, por isso mesmo, se sintam atônitos e enraivecidos quando um Brasil cuja existência negavam faz ouvir o seu protesto contra aquilo que tomavam como valores certos, definitivos e universalmente aprovados.
        Nem espanta que, sem saber o que dizer, apelem aos artifícios verbais mais bobos para salvar o que podem de uma fantasia autolisonjeira impiedosamente despedaçada pelos fatos. Num paroxismo de fingimento, o Sr. Gilberto Dimenstein, por exemplo, nega a realidade do protesto multitudinário, jurando, contra os números, que a cidade de São Paulo é ainda “mais gay do que evangélica”. Prova? A Parada Gay, diz ele, é alegre e festiva, enquanto o protesto evangélico é “raivoso”. O argumento é doido em si, já que o tom emocional das manifestações não constitui medida de aferição de sua respectiva popularidade ou impopularidade. Se assim fosse, as “Diretas Já”, espumando de indignação cívica, teriam sido menos populares que qualquer festinha de aniversário. Mas o julgamento ético aí subentendido é de um cinismo pérfido, ao insinuar que a índole lúdico-carnavalesca das paradas gays é prova de superioridade moral e o protesto indignado dos evangélicos um indício de maus instintos. De um lado, é claro que julgamento similar jamais ocorreu ou ocorreria a Dimenstein ante explosões de ódio esquerdista ao capitalismo, à religião, a George W. Bush ou ao que quer que fosse. De outro, é preciso ter galgado os últimos degraus da hipocrisia para olhar só a expressão material dos sentimentos sem ter em conta os motivos que os geraram. Afinal, gays em parada saltitam pela cidade, cobertos de batom e rouge, vestidos de freiras ou trajes de sex shop, celebrando os favores estatais concedidos à sua modalidade especial de satisfação sexual. Quem não estouraria de felicidade triunfante ao ver seus caprichos eróticos elevados à condição de méritos oficiais? Bem diversa é a motivação dos evangélicos, que saíram às ruas para precaver-se contra autoridades insanas que ameaçam levá-los à cadeia por delito de opinião. Deveriam fazê-lo em tom de festa, para não posar de malvados na coluna de Gilberto Dimenstein? Ele finge imaginar que sim. Mas quem acredita em Gilberto Dimenstein? Nem ele mesmo, é claro.
Publicado com permissão.
Fonte: Olavo de Carvalho
Divulgação: www.juliosevero.com

sábado, 16 de julho de 2011

Embaixadora dos EUA leva duras críticas de organizações pró-família de El Salvador por promover a agenda gay

Matthew Cullinan Hoffman

SAN SALVADOR, El Salvador, 14 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Organizações pró-família em El Salvador armaram um protesto organizado contra a atual embaixadora dos EUA no país, depois que ela publicou um artigo polêmico num jornal local denunciando a “homofobia”, que ela diz “se baseia na falta de compreensão do que realmente significa ser homossexual ou transgênero”.
Mari Carmen Aponte, embaixadora dos EUA em El Salvador

domingo, 26 de junho de 2011

IGREJA PROFÉTICA



Por Pr. Marcio Gil de Almeida


Estamos em tempos proféticos e estes revelam a Igreja Profética.  A Igreja Profética  não tem uma única face. Por isso, existem igrejas de vários tipos e aqui mostro duas destas igrejas reveladas em Apocalipse 3, a igreja de Filadélfia e a Igreja de Laodicéia. Veja o quadro comparativo destas duas igrejas proféticas.
Igreja de Filadélfia x Igreja de Laodicéia
Apocalipse 3
v. 8 – As Obras são conhecidas 
*guarda as Palavras
*fiel
v.9-Deus a ama e fez os inimigos a
       honrarem
v.10- Ao ser perseverante em guardar as palavras, será guardado em meio a tribulação.


v.15-16- Igreja Morna
v.17- Engana-se a si mesmo. Penso que está tudo bem. Pensa que é uma igreja vitoriosa, pois tem dinheiro, tem visão e é bem vestida(boa aparência, apreciada). Na realidade é o contrario, é nua, cega, pobre e miserável.

Estes dois tipos existem e estão em nossas cidades, estados, países e planeta. Quando Jesus coloca os olhos  sobre uma igreja e seus lideres, a primeira coisa que ele nota é a fidelidade e a perseverança em seguí-lo. Quando não há fidelidade e perseverança, ele mostra a reprovação. Elogio para a fiel e reprovação para a morna-infiel.



quinta-feira, 23 de junho de 2011

Mais de 5 milhões de pessoas marcham nas ruas de São Paulo






23.06 - Marcha pra Jesus 2011 - Galeria 3




Em entrevista, apóstolo Estevam diz estar surpreso com o número de pessoas no evento


 Ainda não eram 10h e a Avenida Tiradentes, em São Paulo, já estava tomada por uma multidão difícil de calcular.


Começava a Marcha para Jesus 2011, a 19ª edição do evento. O grande fluxo de pessoas que invadiu todas as ruas e avenidas que compunham o trajeto surpreendeu até mesmo o presidente da Marcha, apóstolo Estevam Hernandes. Nove trios elétricos animaram o percurso, realizado por pessoas de todas as idades e denominações.
“Essa Marcha foi surpreendente e superou muito as nossas expectativas e a gente percebe o sentimento que há no coração do povo por essa vontade e disposição em marchar. Está sendo uma Marcha muito, muito especial”, disse.


"Graças a Deus temos a satisfação de dizer que essa Marcha foi um grande sucesso", completou o Apóstolo.
De acordo com estimativas da Polícia Militar, o público foi estimado em 5 milhões de pessoas, citou o presidente da Marcha. "E nós aqui na concentração temos um número muito, muito grande de pessoas. Eu acredito que foi maior do que do ano passado. Nós nesses 19 anos temos aprendido a trabalhar com o poder público e obviamente oferecemos uma organização, e eles nos oferecem todo apoio."


Perguntado sobre um possível retorno do evento à Avenida Paulista, o Apóstolo comentou que o local não comporta mais o número de pessoas presentes na Marcha.
Durante o show, o apóstolo Estevam Hernandes, ministrou sobre a passagem da mulher que foi curada ao tocar na borda do manto de Jesus. “Aquela mulher buscou Jesus com fé, em meio à multidão. Esta fé fez com que ela esperasse coisas maiores. Então, dentro da multidão, aquela mulher conseguiu tocar nas vestes de Jesus. Ela conquistou a atenção de Jesus e, ao tocar na orla do manto, recebeu virtude”, afirmou apóstolo.


Logo depois, o apóstolo pediu para que aqueles que quisessem receber a salvação e a cura de Jesus, erguessem as mãos. Muitas mãos se levantaram e o apóstolo orou por todos.

Ao longo do dia, mais de 30 bandas passaram pelo palco montado na Praça dos Heróis da FEB, na zona Norte de São Paulo. Entre eles, nomes conhecidos da música como André e Mariana Valadão, Fernanda Brum, Cassiane, Chris Duran, Ao Cubo, Régis Danese, Thalles Roberto, Oficina G3 e Renascer Praise.

A marcha também contou com a presença de líderes importantes do mundo evangélico, como os Pastores Silas Malafaia, da Igreja Assembléia de Deus Vitória em Cristo, Jabes de Alencar, da Assembléia de Deus do Bom Retiro, o senador Marcelo Crivella, da Igreja Universal do Reino de Deus, e o apóstolo Rina, da Igreja Bola de Neve.

Neste ano, a Marcha para Jesus contou com mais de 800 caravanas vindas de todas as partes do país.

Pastoras Mônica Vendrame e Cláudia Pires
Fotos: Gilberto Telles




Silas Malafaia volta a defender a liberdade de expressão


Mais de 50 Países acompanham a Marcha Para Cristo de São Paulo











Senado homenageia SBB pelos 100 milhões de Bíblias produzidas


Por Redação Tamanho da fonte Imprimir Email Comentar
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Uma sessão especial no Senado Federal comemorou, na segunda-feira (20), a impressão da centésima milionésima Bíblia produzida pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). A sessão, proposta pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), contou com a presença de representantes da entidade, entre os quais Adail Carvalho Sandoval, presidente; Rudi Zimmer, diretor executivo, Erní Seibert, se

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Evangélicos e Integração



Pr. Marcio Gil de Almeida


            Ser evangélico não é fácil. Somos um povo difícil de compreender. Proclamamos o mesmo Cristo, a mesma Palavra de Deus(Bíblia), temos a mesma visão de vida. Entendemos que Jesus é o único caminho que nos leva a Deus. Para chegamos ao céu, acreditamos que precisamos de nos arrepender dos nossos pecados, convertermos a nossa mente e o nosso comportamento a Deus... precisamos  nascer de novo, nascer do alto, nascer de Deus... Falamos com ousadia que somos o povo de Deus e povo que saiu do império das trevas para o Reino de Jesus e que agora lutamos contra o Diabo. Nós entendemos isto, mas não conseguimos uma coisa tão simples como uma comunhão eficaz e nem lutamos a favor de uns pelos outros.  O único povo ou seguimento social que não tem ninguém que o defenda é o povo evangélico, com raras exceções. Até a maioria dos pastores não se importam com o que acontece no país, no estado e na nossa cidade. Eles fazem de conta que as coisas que fazem para prejudicar o povo de Deus que não tem nada haver com eles, afinal de contas, dizem que vão morar no céu e o resto aqui, que se dane... É inaceitável, por exemplo, um representante dum rebanho está sabendo que o prefeito de Itapetinga, Michel Hagge, nem se quer recebeu os pastores da Ordem De Ministros Evangélicos De Itapetinga-OMEI, que iria falar sobre a Marcha Itapetinga para Cristo, e, também, está informado que PLC 122/2006 está tramitando no Senado Federal, lei que irá, na prática, tornar crime o ensino bíblico, que é pecado a prática homossexual e o ensino que Deus criou só o homem e a mulher e não criou o homossexual como mais um sexo diferenciado ;e, diante de tudo isso, o camarada ficar calado. A Marcha Itapetinga para Cristo passou e não aconteceu nenhuma manifestação contra estas coisas. É inaceitável que homens e mulheres que dizem que Deus os chamou para cuidar do Povo de Deus não o defendam e que não informem o povo de Deus sobre que está acontecendo e o que devem fazer de forma prática. É uma falta grande perante Deus e o seu povo.  O Povo de Deus espera dos lideres muito mais... Nós, como lideres evangélicos, precisamos mudar de postura. 

O que devemos fazer?

1-            Temos de reconhecer os nossos erros e mudar de postura;
2-            Não devemos perder a visão espiritual que já temos da MARCHA ITAPETINGA PARA CRISTO e incluir nestes valores espirituais uma visão palpável na nossa sociedade que promovam mudanças positivas, como por exemplo: JUSTIÇA SOCIAL,etc.
3-            Precisamos estar consciente do significado básico das definições de política.  Então, vejamos estes conceitos:

A – Política e politicagem, qual a diferença?
Política é arte de bem governar. A política está aonde existem pessoas. Não existem pessoas nas nossas igrejas sem política, pois até o isolamentos ou afastamento da política é um tipo de política: A POLITICA DA ALIENAÇÃO. Qual deve ser a política na igreja? Respondo esta pergunta da seguinte forma: Deve ser a política de valores, pois cada denominação tem sua política de governar, ou seja, governo episcopal, congregacional e presbiterial.  Independente do sistema, quem vai governar são pessoas e estas pessoas  vão fazer a diferença. Se elas forem justas, misericordiosas e amorosas; tudo irá bem: GOVERNO DO JUSTO. Se elas não forem avarentas e partidaristas teremos um governo imparcial. Não cabe a um pastor presidir com partidos dentro da igreja ou de qualquer outra instituição religiosa. Ele tem que ser justo, misericordioso e amoroso, desta forma ele não precisa temer nenhum levante; pois em momentos de crise o próprio povo o defenderá. Ele serve em primeiro lugar a Deus e depois ao seu povo. Então, pra que temer se ele anda na justiça, misericórdia e amor?  A questão não é se há ou não há política, é se há política honesta, justa, igualitária, competente, contemporânea, construtiva, etc.
Politicagem é arte de governa por meio do  engano, do partidarismo, da confusão sem propósitos, do egoísmo, da avareza, da irresponsabilidade, etc. Ela não visa construir, visa corromper, corromper e apenas corromper... Uma instituição não prospera porque tramas e maldades a toda hora surgem e as pessoas um só pensam em si. Eles querem saber quanto vou ganhar nisso e não quais os princípios e benefícios  que podem promover ao bem comum.
Nós evangélicos aceitamos a política e não a politicagem.Toda igreja tem política, só não ver quem não tem conhecimento de causa ou pelo seu orgulho não quer ver..  A pergunta é: “Deus está sendo glorificado com isto?”  Vocês acham que Deus foi glorificado com a política(arte de bem governar) dos Reis Davi, Salamão e Josias? E os apóstolos usaram uma política. Eu pergunto: eles glorificaram a Deus? Lembra-se do concilio de Jerusalém quando eles reuniram para tomar decisões? Eles estavam governando, estavam usando de política para estabelecer a ordem e prosperidade da igreja. Ele foram justos e misericordiosos, isto faz diferença, isto glorifica a Deus! Aleluia! Deus está presente quando reunimos e glorificamos o seu com uma política justa e sábia!

B – Na conjutura atual qual a melhor forma de lidar com a política partidária e suas siglas?
Observando que existem várias denominações e lideres que possuem visões  e interesses diferentes. A primeira coisa é encontrar interesses em comum antes de iniciar um relacionamento com as siglas partidárias. Quais seriam estes interesses em comum? Existem  aqueles que são  permanente e os que são de interesse circunstancial. Veja alguns interesses:

Liberdade religiosa- Quer dizer que temos o direito de pregar a nossa crença em Jesus e em sua palavra sem sermos impedidos ou censurados. A liberdade religiosa, não somente para os evangélicos, mas para todos que acreditam que têm o direito de ouvir uma explanação e a defesa de sua crença sem haver impedimento algum e a ter o direito de decidir se  quer ou não aceitar aquela fé.  Liberdade religiosa nos dá o espaço de debater com outras doutrinas religiosas e até interpretá-las conforme nossa visão. Quem não quiser aceitar a reinterpretarão tem direito e a liberdade religiosa para tal. É impossível manter aLIBERDADE RELIGIOSA ficando calados e deixando tudo de ruim acontecer e não fazermos nada... Um exemplo atual é luta contra a DITADURA HOMOSSEXUAL petista que está patente na LEI  PLC 122/2006 que não podemos tolerar. Esta lei vem diretamente do inferno para destruir a liberdade religiosa. Isto significa que não poderemos se aprovada, pregarmos a nossa fé ou doutrina cristã conforme  a Bíblia. Quem vai ditar a nossa fé serão os gays por meio desta lei diabólica. A homofobia pode até existir, mas são poucos os casos, o que existe é o conflito de conceitos que a democracia e a liberdade religiosa permitem. Nenhum cristão ensina a matar ou a estimular a violência contra os gays. Nas igrejas não ensinamos violência, ensinamos a amar o pecador e a proclamar a libertação em Cristo. Tanto faz aquele que pratica a mentira, a injustiça, o roubo, o assassinato, a prática do homem deitar com outro homem, o adultério, a idolatria,a prostituição, a pedofilia,etc. Que todos venham a ter um encontro com Cristo Jesus, nosso Salvador. A liberdade indica isto, cada um prega e segue o que quiser, cada um ouve, acredita e pratica o que quiser  sem prejudicar o próximo. Lembrando que cada um tem que assumir a responsabilidade da sua opção. Quando aceitei a Cristo paguei o preço e continuou pagando... Basta ver que há pessoas que não gostam de crente e muito menos de pastor, e, eu sou pastor: ALELUIA.  Há pessoas que optam em ser gay, mas a maioria esmagadora da população não é gay e nem aceita tal prática. Eles apenas convivem com os gays por ser uma atitude nobre em saber respeitar a democracia em que cada um tem o direito de ser o quiser. No entanto a maioria não aceita. É  tanto que a maioria não tem tal prática homossexual e gera desconforto na maioria das vezes. Por educação e pelo amor cristão tratamos bem e fazemos o bem.  O gay tem que pagar o preço da sua opção e não implantar uma lei para por na cadeia(3 a 5 anos) todos que não pensam como eles.
Justiça Social- Todos nós desejamos  que vida do povo melhore, inclusive, a nossa. Bom seria se todos tivessem emprego, educação, moradia, saúde, laser, etc. Seria muito bom. Na realidade podemos dar a nossa contribuição como lideres e como povo. É impossível contribuirmos para a nossa nação ficando calados e deixando de tudo ruim acontecer e não fazer nada...
Democracia-  A democracia é interesse de todos os cidadãos, todavia só sentimos falta dela quando a perdemos. Ela só pode se manter se participarmos da vida política da nação; pois temos de lutar contra privilégios de poucos e contra os sofrimentos de muitos.  Democracia é aprovada por Deus e a tirania é reprovada por Ele. A igreja primitiva mostrou democracia na escolha do Apóstolo Matias. Deus aprova quando a justiça, a misericórdia e amor estão presentes.
Atitude Política-  Estarei falando para os evangélicos em geral e não para igreja local e denominações. Todos nós evangélicos temos que nos relacionar com todas as siglas partidárias, tais como: PSC, PMDB, DEMOCRATAS, PT, PCO PTB, PSOL,etc. Este relacionamento dos evangélicos deve ser através da sua liderança e os lideres mais patentes são os pastores. Outros liderem podem e devem participar, tais como: empresários, políticos, etc. Cabem a estes lideres tomar à frente para fazer as coisas acontecerem.  Instituições como ordem de ministros, associações, etc... precisam ser valorizadas. Esta valorização mostra-se pela participação dos pastores.  Estas instituições devem manter contato sem tomar partido duma sigla partidária. Elas devem tomar partido do POVO EVANGÉLICO e do povo brasileiro em geral.  A quem fez bem, palpas... a quem fez mal, reprovação e criticas.  A depender do que se trata, primeiro o dialogo com insistência e paciência, depois, se necessário for, o panelaço(passeatas com protestos). Não devemos temer presidente, governador, prefeito, senador, vereador, deputado federal e estadual e o poder judiciário. Tudo que for injustiça devemos levantar a bandeira da justiça em nome Jesus. Quem tiver de ser desagradado que seja, mas não podemos deixar o povo de Deus sem defesa. Devemos apoiar os fracos e oprimidos deste país, independente de ser evangélicos ou não, etc.

As nossas   diferenças devem  ser colocados de lado, as nossas semelhanças devem sobressair.  Devemos forma uma CONSCIÊNCIA EVANGÉLICA para mudar o quadro de horror atual.  Precisamos educar para formar uma nova maneira de ver e de viver a mensagem do evangelho, ou  seja, ajustar a nossa visão. Os seminários precisam educar os futuros obreiros para a nova realidade e os pastores devem fazer isto com seus rebanhos. Não podemos perder tempo. A situação  é de urgência.

Em nome de Jesus FAÇA ALGO...

NOTA: Em defesa da família, pela liberdade de expressão e liberdade religiosa entre em contato o mais rápido possível com os senadores do seu  estado , por meio de e-mails disponíveis no site http://www.senado.gov.br, ou procure neste blog o artigo intitulado Ditadura homossexual que tem o e-mail de todos os senadores e deputados federais, ou ainda pelo telefone grátis  0800 61 22 11. DIGA PRA ELES: não vote na plc 122/2006.



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E-mail: teologiastel@hotmail.com

domingo, 10 de abril de 2011

Ainda há fé em ti, Universitário?

Jesus perguntou: ”... haverá... fé na terra?” (Lc. 18:8)

Jesus considerou a fé em Deus vital para o ser humano-ser criado. O homem sem fé em Deus é uma caixa vazia, um ser sem referencial e sem direção. A ausência da fé num Deus vivo que entende e que se relaciona com o homem, promove confusão de sentimentos, a perda de sentido de vida, a fuga da paz, de segurança e a alegria no coração do homem. A fé em Deus torna o homem mais humano e a sua ausência o torna frustrado e infeliz. O apóstolo Paulo disse: “ guardei a fé”. (2 Tm 4:7) . E a minha preocupação é que todos saibam guardar a fé: dom( presente) de Deus. Devido a isto , faço a pergunta: ainda existe fé em ti?

Quando sonhamos em passar no vestibular, intencionamos um futuro melhor para nós. Queremos conhecer mais e melhor. Queremos uma profissão que contribua para a nossa realização como pessoas no espiritual, intelectual,emocionar e material. No entretanto, ao chegarmos na faculdade, percebemos que ela é maravilhosa e ao mesmo tempo perigosa à fé de quem não está preparado. É nela que acontece questionamentos bons e muitas afirmações de qualidade. E outras que não contribuem em nada, não fazem nenhuma diferença e até pioram a vida das pessoas. A bíblia diz em 1 Tes. 5:21: “Examinai tudo. Retende o que é bom”. Quando entramos numa sala de aula, ali tem dois personagens: o professor e o aluno. Basicamente, o professor ensina e o aluno aprende. No decorrer desta dinâmica todos aprendem. Que bom que na faculdade temos maiores recursos e professores inquestionavelmente bem preparados. Os alunos estão com sede em aprender, em crescer e de pegarem os seus diplomas. Em quatro anos muitas coisas acontecem. Hoje e em quatro anos poderemos usar a pergunta: Ainda há e haverá fé em ti?


Pois bem, quando estamos ouvindo certos professores tão cultos maravilhosos, muitos sem perceberem perdem a perspectiva da limitação humana dos mesmos. Os professores podem ser dotados de doutorandos, mas sempre vão ser ignorantes em muitas outras áreas do conhecimento. Sempre somos conhecedores em certas áreas e ignorante em outras. É por isso que podemos ser felizes, o humanamente felizes - somos conhecedores e ignorantes simultaneamente. E se seguirmos a orientação neotestamentária, seremos muito mais que felizes(bem-aventurados): “...Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos.” (Filipenses 4:4); Conheçamos e prossigamos em conhecer o Senhor(Oséias 6:3); Crescei na graça e no conhecimento(2 Pedro 3:18); quer comamos ou bebamos façamos para glória do senhor”(1 Co. 10:31). Há coisas que quando ouvimos o discurso da diplomacia do magistério universitário, ouvimos um discurso parcialmente verdadeiro. Diplomacia sim, desde que seja para concordar com o maestro. Caso contrário já identificamos as terminologia ou chavões acadêmicos tensão usados para desqualificar o posicionamento diferente do regente. Cito algumas terminologia ou chavões utilizados:

*Isto é religião;
* Isto não é ciência, é opinião;
* Você está sendo etnocêntrico;
* não sou eu quem disse, foi tal escritor;
* Mitologia não é mentira, pode ser verdade para uns e mentira para outros;
* Teologia é mito;
* Todas nas religiões são iguais e tem o mesmo valor.

Aparentemente, isto não tem nada de mais, mas pode ter, sérias conseqüência à fé cristã (protestante e católica romana). Estas afirmações estão interligadas e atingem a fé em Deus, especialmente a fé bíblica.

A partir deste momento é estarei questionando certas afirmações, pensamentos e posicionamento. Estas podem não ser declaradas, mas estão nas entrelinhas. Elas estão nas entrelinhas para não haver desgastes.

Quando alguém diz que “isto é religião” pode ter vários sentidos, tais como:

a- Define-se como assunto da área religiosa;
b- Não se quer aceitar o argumento sem dar a oportunidade, numa possibilidade de verdade e opositora tendo como fonte ou participantes periférico do mundo religioso. Isto poderia dar razão à fé de cristão e desqualificar a suposta teoria científica de grupos particulares e posicionamentos pessoais.
c- Tal posicionamento não é verdadeiro,é mitológica, pois não é o que pensa e nem o que crê o professor,ainda que o pensamento do professor não esteja absolutamente provado e cheio de falhas.

Falando desta forma, cala-se todo argumento contrário. Posso afirmar que a letra “a” é que menos ocorrem num debate. As outras letras são usadas para refazer calar qualquer um que pense diferente. Com certeza e existe o religioso. Todavia, o que é religioso não é desfalcado de verdade. A religião não é ciência exata e a ciência não é religião popular. Mas, existem pessoas que transformam a ciência em religião cega e há outros que transformam religião em ciência. Assim não dá... há lugar para todos e há necessidade de todos.

“ Isto não é ciência, isto é opinião.” Ciência, em uma definição simples, seria todo conhecimento obtido por meio de métodos que possibilitam a comprovação. Opinião é o conhecimento obtido pelo senso comum, é algo que é obtido pela observação simples, pela experiência ou tradição. O jargão usado nos faz sentir ignorantes, quando usados para derrubar o nosso argumento. Porque não se faz unicamente colocar as posições e deixe cada um decidir o que quer, ao invés de impor goela abaixo. O mestre tem que ser sincero e dizer : “ eu penso e criei o assim... mas cabe a cada um tomar o seu posicionamento. Eu vou cobrar na prova tal posicionamento e se alguém pensar diferente, pode acrescentá-lo com a argumentação, sem danos à sua nota”.

Certa vez tive um diálogo com um professor, haja visto que o admiro e o vejo com extrema competência. Este diálogo envolveu a questão do criacionismo e do evolucionismo. Vou narra-lo com pseudônimos.

Nos primeiros dias de aula naquele curso maravilhoso, com alunos maravilhosos e professores maravilhosos. Tudo era maravilhoso! O senhor professor Golias estava ministrando a sua aula para alunos entusiasmado e desejosos em aprenderem. Ele começa falando sobre ciência com a eficiência entretanto começa qualificar a bíblia como mero mito e a teoria da criação da mesma forma, ao mesmo tempo em que qualifica a teoria da evolução como ciência, a verdade quase que absoluta. Naquela sala estava um aluno que tinha feito Teologia. Estavam mundo incomodada. O seu nome era David . Aliás, para enfrentar aquele professor precisava de muita coragem.

O aluno David, falou para o professor Golias:

-Professor Golias, disse Davi.
- Sim, David, disse o professor.
-Vejo que esta explicação da teoria da evolução é fantasiosa. E precisa de muita fé para acreditar nisto aí. Aliás, isto aí é uma verdadeira religião.
      
O professor ficou chocado e respondeu de imediato.
-Você fica falando isto. Mas quais são os seus argumentos?
                      
O aluno disse:
-Olhe professor a lei descoberta pela biologia nos diz que um ser só pode gerar outro ser semelhante. É a lei da genética. Um ser humano tem carga genética de ser humano e só gera humano. É nos genes que têm as informações do individuo que vai gerar outro ser da mesma espécie.
-Mas a evolução foi em milhões de anos, disse o professor.
-E quem garante que este método de medição de tempo está correto? Disse o aluno.
-Você tem outra? Disse o professor Golias.
-Não. Mas, se não há a última palavra, existe uma possibilidade da teoria da evolução está incorreta e a teoria da criação está correta.
Passado algum tempo, na mesma aula. Em outras conversas com outros alunos. O professor comentou: 
-É assim mesmo, no decorrer do tempo todos mudam na faculdade.
De repente uma aluna disse:
-Professor, mas David não vai mudar.
-Vai mudar sim, disse o professor.
-Até ciência é opinião. Um mesmo objeto de estudo pode ter posicionamentos diferentes com ciências diferentes. A ciência hoje diz uma coisa e amanhã vai dizer outra coisa que pode ser o contrário. À ciência é o útil, é limitada, em verdade e merece crédito. No entanto, não é absoluta, não é uma deusa do e nem pode se cultuada. A ciência é importante, mas a vida é muito mais que meros cálculos e métodos. No mundo científico, nos EUA. Existe associação de cientistas criacionistas com formação em mestrado e doutorado. Esses cientistas defendem a teoria da criação. Mas por que não se leva em conta tal teoria? No mundo acadêmico cada um puxa a sardinha para o seu lado. Fala-se de imparcialidade, mas será que isso é verdade? E existe neutralidade? A teoria da evolução é apenas uma teoria. A própria palavra diz, teoria. É uma teoria. Não estar comprovado de forma absoluta. Para que brigar? O apóstolo Paulo disse na bíblia: “Porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade.” (2 Coríntios 13:8). Para que brigar? Cada um coloca sua teoria. E um dia vamos saber quem tem razão.

Há vários tipos de formação acadêmica e existe área específica de cada uma. Antes de cursar Pedagogia, cursei Teologia. Considero a Teologia, tão importante e merecedora de crédito quanto Pedagogia, História, Letras, etc. Há momentos que se passa a estudar uma assunto e conceitos teológicos ou anti-teológicos, eles são colocados e comentados. Agora, ai daquele que resolver questionar o posicionamento do professor ; pois como ele será visto pelos docentes? Como anti-científico, radical religioso e ignorante??? Talvez não seja nada disso, talvez seja coisa da minha mente. Sei que o professor é competente, merece respeito, só que ele é humano que acerta e erra. O mestre não pode ser endeusado. Quem vive a vida baseado apenas em filosofias e métodos; e, que faz a leitura a partir desta perspectiva. Quem analisa a vida sob o ponto de vista da psicologia e ver que todo o comportamento humano tem explicação. Não deve esquecer que não é por explicar ou teorizar, que quer dizer que a psicologia esteja correta e nem que a vida deva ser limitada a ela. A mesma coisa refiro ao caso da Sociologia. Na Teologia e na área da Teologia, ela nos dará varias respostas, mas a maior delas é a fé num Deus vivo. Se os livros de Teologias não responderem o seu questionamento, mesmo assim, ela nos deixa a alternativa de que Deus é a nossa respostas e a nossa razão de viver e de morrer. Quem crer tem a Vida e quem não crer não tem a vida. Uma vida de conhecimento tem o seu lugar. Há vários tipos de conhecimento e todos eles têm o seu lugar. Cabe a você escolher que tipo de conhecimento e em que lugar da sua vida de colocar. Há tipos de conhecimentos que têm cara de verdade, mas será que é verdadeiro? Eles podem entrar em nossa vida promover confusão, desordem e não construir nada. E existem certas filosofia que é só blá, blá, blá, e não levam a conto nenhum.

Em certa aula uma professora fez três afirmações, as quais são:

*”O mito pode ser verdade para um e mentira para outro.”
* “Não aceitar a Cultura alheia é etnocentrismo.”
* “Foi Constantino que mandou escrever os evangelho.”
O Filosofo Protágoras acreditava que a realidade e a verdade eram baseadas nas Sensações. Cada homem tendo sensações diferentes tem realidades diferentes. Pode-se dizer dela uma coisa e ao mesmo tempo outra contrária. Ex.: O doce do vinho é diferente em cada paladar. Mas, Aristóteles não concorda com este tipo de pensamento e mostrava a incoerência por meio do principio da não contradição: O conhecimento tem valor objetivo e certo. Existem, ainda que algumas, verdades fundamentais. A verdade absoluta e que dá garantia das demais verdades, é a verdade do principio da NÃO-CONTRADIÇÃO. “É impossível que a mesma propriedade, considerada do mesmo ponto de vista, possa pertencer e não pertencer a mesma coisa”. Sem esse principio torna-se impossível a vida do pensamento e a vida prática. A medida da realidade não é o paladar, mas o objeto(vinho). Não é a sensação do individuo, mas as propriedades do vinho que vale na analise da verdade e da realidade. Ou o vinho é doce ou é amargo. Não pode ser doce e amargo ao mesmo tempo. Não pode haver contradição. Da mesma forma o Mito não pode ser verdade para um e mentira para outro, ou é verdade ou é mentira. Não é a fé ou a incredulidade das pessoas que trazem a existência de Deus. Ou Deus existe ou Deus não existe. Deus é ou não é um mito. A narração Bíblica é ou é inspirada por Deus.

O Etnocentrismo deve ser evitado. Todavia, o que vem a ser o etnocentrismo? Define-se etnocentrismo como “ uma atitude na qual a visão ou avaliação de um grupo social sempre seria baseada nos valores adotados pelo seu grupo, como referência, como padrão, preconceituosa. Basicamente, encontramos em tal posicionamento um grupo étnico considerar-se como superior a outro”, segundo a Enciclopédia wikipedia. Entendo como participante ou sequencia do extremo do etnocentrismo, o seguinte:

A - Xenofobia que é o medo que o ser humano normalmente tem ao que é diferente( raça, grupo e Cultura), segundo a Enciclopédia wikipedia. Isto deve ser combatido.


B -Racismo é a tendência do pensamento, ou do modo de pensar em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas distintas e superiores umas às outras, segundo a Enciclopédia.wikipedia. Isto deve ser combatido.

É coerente a luta contra a condenação da Cultura alheia, só porque não pertence ao nosso mundo. Entretanto, a questão aqui levantada é se há ou não há limites e quais são as consequências? A questão não é se consideramos a nossa Cultura superior, mas se existe o certo e o errado. Ou quem sabe se existe o justo e o injusto. E ainda mais, se existe o bem ou mal. Afinal de contas se não há limite para com o que ocorre na Cultura alheia ou nossa própria Cultura; então, ela está acima de tudo, de todos. Passa ser toda-poderosa. Uma deusa inventada pelo proprio homem. Toda questão humana para ser equilibrada tem que existir limitação. Aristóteles defendia o meio termo. Este Meio Termo faz parte da ética do sistema aristotélico. Ela é um estado considerado o ideal, para Aristóteles. Todos os excessos são considerados vícios. Excesso de coragem é a temeridade, a impulsividade. A falta de coragem é a covardia. Ambas são consideradas vícios. É presciso buscar o equilíbrio, que é a virtude, ou seja, a coragem em si”. A própria, Bíblia, Palavra de Deus, nos ensina o equilibrio mostrando a necessidade de moderação. É legitimo não julgarmos a roupa, a culinária, etc. Preste atenção, eu pergunto: é legitimo o direito de matar crianças, de sacrificar crianças, de enterrá-las vivas em nome da Cultura e ser proibido a nós de julgar como errado e cruel? É o que está acontecendo no Brasil em certa tribo de indios brasileiros (veja video: http://juliosevero.blogspot.com/2008/07/campanha-internacional-para-resgatar.html) e a funai disse que não pode intervir porque é a Cultura deles. Agora ensinar o nosso idioma, ter contato com eles, levar medicamento, proibir a pregação do evangelho no meio dos indios, tudo isto pode e outras coisas também, menos evitar os assassinatos de crianças. Eu, também, pergunto: É legitimo para a Cultura africana o direito de circundar(cortar o clitores) as mulheres para que não possuam o direito de ter o prazer sexual? Será que o movimento feminista concorda com isto? Você, mulher, concordaria em cortar o seu clitores em nome da Cultura? Eu diria que a tudo isto, se a Cultura for cultuada como uma deusa, a resposta é sim. Se o homem existir para a Cultura e não a Cultura para o homem, a resposta é sim. Se a Cultura for eterna, a resposta é sim. Se a Cultura criou o ser humano, a resposta é sim. Se a Cultura valer mais que a vida, a resposta é sim. No entanto, sabemos que estas afirmaçoes são falsa e a resposta é não.A Cultura não deve ser soberana, ela deve ser serva. Ela não passa de um instrumento temporario e mutáves. Ela é importante, mas não deve está acima de tudo. Ela é gerada por homens e pode ser sadia ou doentia. Pergunto, outra vez: Criticar a Cultura que mata crianças, com o objetivo de mudá-la, é etnocentrismo? E se for...você acha justo continuar assim?

Um perigo desta doutrina, artificio de tornar a Cultura intocável em nome do combate ao etnocentrismo e de jamais podermos entrar em certas Culturas, é a criminalização da pregação do Evangelho de Cristo. Considerando o Evangelho igual a qualquer religião, não é necessario a pregação do Evangelho de Cristo e nem tão pouco, a mudança religiosa(Cultura). Por exemplo, a adoração a ratos na India, é tão importante quanto o evangelho e não precisamos interferir com a Palavra de Deus. No Brasil, o sacrificio de criança a espiritos para aplacar qualquer irá dos espiritos, é tão importante quanto o Evangelho de Cristo; por isso, não podemos interferir. Não podemos pregar o evangelho porque promove mudanças na Cultura. Como a Cultura virou uma deusa e é adarada, não precisamos do Verdadeiro Deus. Dizer que todas as religiões são iguais, é uma grande mentira. Com certeza todos tem o mesmo direito de serem identificadas como religiões. No entanto, elas são diferentes e a afirmação que todas são iguas é contraditoria e falsa. Aqueles que seguem uma religião tem que saber manter um relacionamento com outros de religiões diferentes. Não ferir e nem agredir. Isto não quer dizer que há concordância. Na historia da humanidade, religiões surgem e desaparecem. Cada uma prega coisas diferentes e qua vai contradizer outra religião. Cabe cada uma pregar o que acredita e quem quiser acreditar, que acredite, e se não quiser acreditar, que não acredite. As pessoas têm que usufruir do direito de ouvir a pregação e de mudar quantas vezes quiserem. Isto é democracia! Há os “inteligentes” que querem impor por meio de Lei no Brasil a igualdade por meio de mordaça da anti-apologia religiosa. Se todas são iguais, por que uma prega a salvação em Cristo Jesus, outra prega por reencarnações, outra por filosofias, etc? Qual a mensagem verdadeira de Cristo ou de Maomé? Quem está falando a verdade, se ambos ensinam coisas diferentes e contraditorias? Isto pode levar a uma situação que não precisamos valorizar e nem viver a nossa fé. Para que dedicar aos valores da fé em Deus, se todas estão certos e ao mesmo todos estão errados. Todos encontraram a Deus e em contraditorios caminhos. Para que servir a Cristo, se ele é igual a Maomé, Confusio, a Buda e outros mais? Vale apena seguir o que não é verdadeiro e o que é só um caminho a mais?


Um último ponto que eu quero levantar, foi a afirmação que ouvir e foi a seguinte: “...Constantino mandou escrever os quatros evangelhos... já que até aquele momento o que havia era uma tradição oral.” Pois bem, estou questionando esta afirmação. Os evangelhos foram escritos muito tempo antes de Constantino (272 - 22 de Maio de 337). Ele converteu ao Cristianismo no ano de 312. Para isto contamos com uma ciencia chamada Historiografia(estuda e descreve a história.), baseada em documentação. Os manuscritos, pergaminhos e papiros, mostram o contrário da afirmação inicial. Aliás, os manuscritos biblicos, e em especial do Novo Testamento, merecem e tem credito em confiabilidade maior que qualquer manuscrito de filosofos ou qualquer outro da Antiguidade. O que estou afirmando, posso provar e é isso que farei.


Josh McDowell, escreveu:


“A Historiografia relaciona tem três principios básicos para analisar documentos(manuscritos), os quais são: teste bibliográfico, evidências internas e evidência externa. O teste bibliográfico é um exame da transmissão textual pela qual os documentos chegam até nós. Em outras palavras, uma vez que não dispomos dos documentos originais, qual a credibilidade das cópias que temos em relação ao numero de manuscritos e ao intervalo de tempo transcorrido entre o original e a cópia existente?


Evidência dos manuscritos acerca do Novo Testamento - Atualmente sabe-se da existência de mais de 5 300 manuscritos gregos do Novo Testamento. Acrescentem-se a esse número mais de 10 000 manuscritos da Vulgata Latina, e pelo menos, 9 300 de outras línguas, teremos mais de 24 000 cópias de porções do Novo Testamento.

Nenhum outro documento da historia antiga chega perto desses números e dessa confirmação. Em comparação, a Iliade de Homero vem em segundo lugar, com apenas 643 manuscritos que sobrevivera até hoje. O primeiro texto completo e preservado de Homero data do século treze.”
Observe estas tabelas:

AUTOR
DATA DO ORIGINAL
CÓPIA MAIS ANTIGA
INTERVALO EM ANOS
Nº DE CÓPIA
César
100-44 a.C.
900 A.D.
1000
10
Lívio
59 a.C. - 17 A.D.


20
Platão
(Tetralogia)
427-347 a.C.
900 A.D.
1200
7
Tácito(Anais)

100 A.D
1100 A.D.
1000
Obras menores
100 A.D.
1100 A.D
1000
1
Plinio ,Jovem(História)
61-113 A.D*
 850 A.D.
750
7
Tucídedes(Historia)
460-400 a.C.
900 A..D.
1 300
8
Suetônio (De vila Caesarum)

75-160 A.D
950 A.D.
800
Heródoto ((História)
480-425 a.C
900 A.D
1.300
8
Horácio



900
Sófocles
496-406 a.C.
1000 A.D.
1400
193
Lucrécio
Morto em 55 ou 53 a.C.

1100
2
Catulo
54 a.C
1550 A.D
1600
3
Eurípedes
480-406 a.C.
1100 A.C.
1300
200
Demóstenes
383 -322 a.C.
1100 A.D.
1300
200*
Aristóteles
384-322 a.C.
1100 A.D.
1400
491
Aristófenes
450-385 a.C.
900 A.D.
1200
10

* Todos de uma única cópia

  

AUTOR
DATA DO ORIGINAL
CÓPIA MAIS ANTIGA
INTERVALO EM ANOS
Nº DE CÓPIA
Homero(Ilíada)
900 a.C.
400 a.C.
500 anos
643
Novo Testamento
40-100 A.D.
125 A.D.
25 anos
24 000

 A cópia mais antiga do Novo Testamento é de 125 A.D. Constantino se converteu no ano 312 A.D.  Há uma diferença de 187 anos. Como pode Constantino mandar escrever o que já estava escrito antes dele nascer (272 A.D.)?
Observe esta relação:

Dos Evangelhos: p45(papiro chester Beatty dos evangelhos, Dublim) de 250 d.C. O manuscrito p52 de John Rylands(100-150 A. D) encontra-se na Biblioteca John Rylands, na cidade de Manchester, na Inglaterra. É o mais antigo fragmento do Novo Testamento do Evangelho de São João. O texto p66(papiro de Bodmer de João, Genebra) 200 a.C.

A evidencia interna é vista na comparação entre os manuscritos. Hort, Geisler e Nix afirmam que “apenas um oitavo de todas variantes tiveram algum peso, pois a maioria delas são simples questões mecânicas, tais como soletração ou estilo. Do total, então, somente cerce de um sexagésimo deixa de ser questões relativamente insignificantes, podendo ser chamado de “variações substancial”. Matematicamente isso aponta para um texto que é 98,33% puro.

A Evidência Externa compreende outras fontes que mencionam o Novo Testamento. O manuscrito de Márcion cerca de 144 a.C. Os Lecionários que eram usados nas liturgias da igreja, citam textos do Novo Testamento. O Talmud Babilônico(200 A.D) e os escritores romanos Plínio, o Jovem( do anterior, estadista, orador e escritor que viveu entre 62 d.C. e 113 d.C.), Tácito(55 - 120 d.C), Suêtonio e Luciano fazem citações de Jesus.


Papias, pai da Igreja, declarou, no começo do século II D.C. que Marcos registrou em forma escrita as reminiscências de Pedro a respeito de Jesus. Irineu( 130202) , Origenes(185 — 253 d.C.), Clemente de Alexandria (150 - 215) e confirmam o mesmo pensamento de Papias. Isto indica que os evangelhos já estavam escritos.

No livro Conhecendo as Doutrinas da Biblia, de autoria de Myer Pearlman, conta a seguinte historia: “Charles Bradiaugh, que foi em certo tempo o ateu mais notável na Inglaterra, desafiou o pastor, Charles Hugh Price, para um debate. Foi aceito o desafio e o pregador, por sua vez, desafiou o ateu da seguinte maneira: Como todos sabemos, Sr. Bradiaugh, "o homem convencido contra a própria vontade mantém sempre seu ponto de vista", e, visto que o debate, como ginástica mental que é, provavelmente não converterá a ninguém, ,proponho-lhe que apresentemos algumas evidências concretas da validade das reivindicações do cristianismo na forma de homens e mulheres redimidos da vida mundana e vergonhosa pela influência do cristianismo e pela do ateísmo. Eu trarei cem desses homens e mulheres, e desafio-o afazer o mesmo.


Se o Sr. Bradiaugh não puder apresentar cem, contra os meus cem, ficarei satisfeito se trouxer cinquenta homens e mulheres que se levantem e testifiquem que foram transformados duma vida vergonhosa pela influência dos seus ensinos ateus. Se não puder apresentar cinquenta, desafio-o a apresentar vinte pessoas que testifiquem com rostos radiantes, como o fará os meus cem, que tenham um grande e novo gozo na sua vida elevada, em resultado dos ensinos ateus. Se não puder apresentar vinte, ficarei satisfeito se apresentar dez. Náo, st. Bradiaugh, desafio-o a trazer um só homem ou uma só mulher que dê tal testemunho acerca da influência enobrecedora dos seus ensinos. Minhas pessoas redimidas trarão prova irrefutável quanto ao poder salvador de Jesus Cristo sobre as suas vidas redimidas da escravidão do pecado e da vergonha. Talvez, senhor Bradiaugh, essa será a verdadeira demonstração da validade das reivindicações do cristianismo.

O Sr. Bradiaugh retirou o seu desafio!”
Quero perguntar outra vez: Ainda há fé em ti, Universitário? Com certeza não precisa ficar com vergonha da sua fé nas Escrituras Sagradas e em Cristo Jesus. Mantenha a sua fé e retenha o que for para você do conhecimento universitário. Lembre-se para cada argumento existem um contra argumento.

Eu poderia continuar e colocar mais informação, mas aqui me dou como satisfeito. E assumo as palavras de Jesus e do Apostolo Paulo na minha vida: “Porque nada podemos contra a verdade, senão em favor da própria verdade.” (2 Coríntios 13:8) e

“Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro.


Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Romanos 8:36-39)

AUTORIA DO TEXTO: PR. MARCIO GIL DE ALMEIDA

FONTE:

http://pastormarciogil.blogspot.com/2011/04/ainda-ha-fe-em-ti-universitario.html
http://teologiastel.blogspot.com/2011/04/ainda-ha-fe-em-ti-universitario.html


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